existem essas dores, essas que nós guardamos apenas para nós mesmo.
que todos nós optamos por não demonstrar, por guardar a salvo em nossa memória e em nossos corações.e são essas dores que nos fazem, muitas vezes, seguir em frente e continuar com planos.
Essa dor que, quando deixamos sair, estamos sozinhos, num lugar onde nos sentimos acolhidos, seja lá onde for.
E é essa a dor que eu deixo sair sempre que olho uma foto dela, sempre que vejo algo sobre morte, algum filme romântico.É essa dor que escapa do meu peito e se transforma em lágrimas silenciosas que sempre enchem meus olhos e nunca caem.
lágrimas que só caem quando eu me deito, no escuro, completamente sozinha, com a cabeça no meu travesseiro quentinho.
É essa dor que nos dói tanto, mas tanto, que ninguém no mundo poderia compartilhá-la conosco. Esse tipo de dor que cada um de nós sente de uma forma diferente, e que esconde da melhor maneira que encontrou.
Essa dor da qual alguns falam como se não sentisse, como se nunca fossem sentir e que outros fingem não sentir e temem falar.
E eu sou exatamente esse segundo tipo.
Falar da minha dor não cabe em mim, falar dessa dor é imposivel porque essa dor, o quão forte e doloroza ela é, essa dor de não vê-la nem sentí-la nunca mais, não ouvir as reclamações e as piadinhas, o brilho do olhar...a dor de tê-la visto morrer, dessa dor eu não vou falar tão cedo, não sem que eu seja interrompida por lágrimas qque cortam minha face e expõem minha maior fraqueza...
a saudade dela.
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